Era uma despedida antecipada bem sei, mas naquele momento e naquela época significava que dentro em pouco iríamos deixar a Madeira, iríamos deixar o Liceu do Funchal, iríamos deixar alguns dos nossos amigos, iríamos deixar as nossas famílias.
À boa maneira de Coimbra, esta despedida era sublinhada pelo som pungente da guitarra e por uma voz quente e nostálgica de um dos "Setimanistas".
Assim aconteceu na nossa Récita.
A Voz do Francisco Plácido fez-se ouvir acompanhada pela Guitarra dedilhada pelo João Carlos Sardinha.
A foto a seguir reproduzida, grava esse momento inesquecível na vida de um "Setimanista", momento esse que se veio repetir, pelo menos para aqueles que frequentaram ou terminaram os seus Cursos em Coimbra.
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Não temos registado nem o som, nem o bater dos corações dos "Setimanistas" neste final de Récita, mas estou convicto que sendo a nostalgia um sentimento universal e intemporal, as Baladas que seguem, darão uma ideia daquilo que ia na alma dos "Setimanistas 59-60".
Olá Castro!
ResponderEliminarQueres que envie a letra da nossa balada?
Acho que ficaria bem aqui registá-la