terça-feira, 19 de outubro de 2010

Cruzeiro ao Douro (3)



Transposta a eclusa da Barragem de Crestuma lá vamos nós





subindo para a Barragem do Carrapatelo



A guia continua a debitar conhecimento sobre barragens e informa que a construção da Barragem do Carrapatelo foi iniciada em 1965 e terminada em 1972. Foi o primeiro empreendimento hidroeléctrico a ser construído no troço nacional do rio Douro e é, dos cinco aproveitamentos do Douro Nacional, o que dispõe de maior queda, 36,0 m.

Ficámos informados, o almoço espera-nos.

Continua

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Cruzeiro ao Douro (2)

Terminado o pequeno-almoço, lá vamos nós



Copo na mão



Rio acima



em direcção da Barragem de Crestuma - Lever


A guia explica-nos que A Barragem de Lever foi finalizada em 1985.

Possui uma altura de 65 m . A capacidade instalada de produção de energia eléctrica é de 108 MW.

A barragem inclui no encontro esquerdo uma eclusa do canal de navegação do Douro, com um comprimento de cerca de 90 m e uma largura de 12,1 m, que vence um desnível máximo de 13,9 m.

Vamos então transpor a barragem através da eclusa.

Continua

domingo, 17 de outubro de 2010

Cruzeiro ao Douro (1)

Sexta-feira 8 de Outubro. Alerta laranja em todo o país. Chuva torrencial. Portos fechados. Transito caótico.
Um grupo de "Setimanistas" ignorando as vozes do "bom senso" decidem fazer o Cruzeiro do Douro a iniciar no dia seguinte no Cais de Gaia. Ainda há quem queira desistir mas a vontade e o prazer de estarmos juntos falou mais alto.
Ponto de encontro Porto.

Preliminares: Almoço no Aleixo (na Campanhã) onde se come os melhores filetes de polvo do mundo. À noite, concerto na Casa da Música.
Sábado 9 de Outubro 8h Cais de Vila Nova de Gaia:
Primeira surpresa. O barco que nos espera é o nosso velho conhecido "Pirata Azul".
Partida rio acima.
A tempestade desapareceu. Tempo magnífico.
Enquanto tomamos o segundo pequeno-almoço do dia








vamos observando a paisagem que aqui vem reproduzida através do olhar artístico do Vasco.







(Continua)

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

E o Porto aqui tão perto









Haverá algum "Setimanista 59-60" que não tenha viajado (apetecia-me dizer enjoado) no Pirata Azul?

Pois é, esse mesmo. O barco que fazia nos anos sessenta a ligação entre o Porto Santo e a Madeira, foi o barco que nos transportou Douro acima no último fim-de-semana (9 e 10 de Outubro).
Por que o Pirata Azul estava no seu "habitat" natural (o rio) aqui não houve enjoos.
Os Setimanistas (alguns) fizeram o Cruzeiro no Douro. A reportagem segue em breve.
Entretanto e enquanto não recebo as fotos dos artistas consagrados que participaram no passeio, deliciem-se com esta pequena amostra.

quinta-feira, 22 de julho de 2010

A Tragédia da Madeira e os Setimanistas 59-60 (Parte II)








Em resposta ao apelo feito, os Setimanistas 59-60, entregaram um cheque a uma das vítmas da tragédia que assolou a Madeira em Fevereiro último.
O cheque foi entregue a um jovem de 19 anos que perdeu todos os sete elementos da sua família no deslize de terras que destruiu a casa onde viviam, no Sítio do Pomar da Rocha na Ribeira Brava e a quem foram amputadas as falanges de alguns dedos da mão direita.
Sem família, sem casa e sem posses,este jovem gostaria de continuar a estudar e trabalhar agora com esta nova dificuldade física.
Antes deste drama já a sua vida não era fácil.Ao mesmo tempo que estudava, trabalhava num posto de gasolina e num restaurante para ajudar a família.
É uma pequena ajuda, mas vai cheia de emoção e boa vontade.

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Ora Vejam Lá...

 

 

 

 
 
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Confraternização em Setúbal

Por Luísa Spínola

Serra da Arrábida, o seu Portinho, Castelo de Palmela, Castelo de S. Filipe, Adega José Maria da Fonseca em

Azeitão com prova de vinhos "Moscatel" e "Montado", Rio Sado e golfinhos, salmonetes e massacotes no

"Poço das Fontaínhas", "Hotel Montado e Golfe Resort", foram os "ingredientes" fantásticos de mais um convívio

dos setimanistas 59/60 no passado mês de Abril.
 
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Estiveram presentes pouco mais de 20 elementos, todos aqueles que estiveram disponíveis e dispostos a dar

continuidade à memorável celebração dos 50 anos, iniciada em Novembro 2009. E tudo foi possível, graças ao empenho,

entusiasmo e excelente organização por parte do nosso colega amigo Vasco.

Ninguém pôde ficar indiferente à magnífica paisagem da "Serra-Mãe", expressão usada por Sebastião da Gama,

um verdadeiro paraíso à beira mar plantado. E da serra descemos ao mar, para desfrutar os graciosos golfinhos,

que nos acompanharam ao longo do passeio de barco.

Encerrámos esta confraternização em casa do Vasco e Isabel, que nos receberam com toda a gentileza, e foi, como

diz o Castro, "a cereja em cima do bolo". O nosso obrigada aos anfitriões!

E porque somos uma geração unida, "uma geração que passa e leva gravada nos corações os sulcos da saudade

que outros tempos abriram", conforme escreveu o Raposo, esperamos realizar ainda este ano um outro encontro-convívio

em local ainda a combinar.

Como disse o poeta da Arrábida:

"Pelo sonho é que vamos
Comovidos e mudos.
Chegamos? Não chegamos?
Haja ou não haja frutos,
pelo sonho é que vamos!"

Luísa Spínola


 
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sexta-feira, 18 de junho de 2010

E fizemos a Prova dos 9



Partindo do princípio que o jantar e o almoço em Setúbal, a cargo da Organização VLM, foi um acontecimento extra, senti necessidade de convocar os "Setimanistas 59-60 Cubanos" para uma daquelas jantaradas que periodicamente fazemos.
Não sei se foi por saudades, se por apetite, ou se por necessidade de rever a Prova dos 9, foram muitos os que responderam à convocatória que reproduzo:

Convocatória para o Jantar de 3ª feira 15 de Junho


Qual é o “Setimanista” que não se lembra da prova dos 9?

Em 1950 tínhamos 7, 8, ou 9 anos e não havia conta (de multiplicar, dividir ou mesmo de somar) que se fizesse, sem verificar se estava correcta, através da prova dos 9.
Cantávamos aqueles “noves fora nada” com uma volúpia que ponha em sentido qualquer adulto, excepto os merceeiros. Estes eram os únicos adultos que sabiam aplicar e bem, a prova dos nove.

Lembro-me do Lino que era o empregado (em Lisboa dizia-se marçano) da Venda do Francisquinho que levava sempre as contas ao Patrão para que este verificasse se não havia erros, antes de as lançar no Rol dos Fiados. O Francisquinho aplicava-se a fundo, mostrando os seus vastos e profundos conhecimentos do algoritmo da Prova dos 9.

O Francisquinho, parecia um Catedrático da Prova dos 9. Era o único que competia comigo em velocidade e como tinha a voz mais grossa, a sua voz quando dizia “noves fora nada” era mais sonante do que a minha. Na altura, não sei bem porquê, estava desejando de crescer e ter uma voz grossa para ver se derrotava o Francisquinho nos “noves fora nada”.

Hoje tudo é diferente. A Prova dos 9 é um Restaurante. É aí que vamos jantar na próxima 3ª feira e Provar comida. Não seremos 9 nem provaremos 9 pratos, mas tive que aplicar os meus conhecimentos aritméticos e validá-los com a prova dos 9, para chegar à conclusão que, dada a dimensão do Restaurante e o número de comensais que responderam à chamada, o melhor seria não dar qualquer hipótese de escolha através da Ementa. Escolhi eu umas entradas e dois pratos que espero, sejam consensuais.
É claro, temos ainda o vinho para escolher, mas como esta é uma tarefa que por tradição me pertence, fica assim a democracia garantida e aplicada. E já agora fiquem a saber que não são aceites reclamações.


Conclusão: O Jantar efectuou-se. Se houve reclamações estas foram feitas em voz baixa e pela calada da noite. Comemos mais do que 9 pratos. Poucos se recordavam da Prova dos 9, mas todos resistiram à prova gastronómica a ponto de transformarmos a Prova dos 9 na PROVA DOS NOVOS. Ninguém acreditava que aquele Grupo de 23 "Setimanistas" alguns penetras e um repetente tinha a idade média de 68,3 anos.
Aqui ficam mais algumas fotos para mais tarde recordarmos.

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Fomos a Setúbal






Patrocinado, gerido e animado pela Organização VLM (leia-se Vasco Lemos Vieira).
Programa completo.
Passeio em veículo Todo o Terreno pela Serra da Arrábida, Jantar, Observação dos Golfinhos no Sado seguida de um extraordinário almoço; Visita cultural e paisagística à Pousada de S. Filipe e,... "cereja em cima do bolo" recepcção em casa do Vasco que também funciona como sede da Organização VLM.
Por razões pessoais e inadiáveis,o escriba deste blogue não esteve presente nesta última fase dos festejos, mas está absolutamente convicto que, foi um sucesso, ilustrado (ou regado?) com gin e pétalas de rosas.

Deixemos que as imagens falem por nós e façam roer de inveja os "Setimanistas" que não poderam ou não quiseram estar em Setúbal.
Aqui ficam pois algumas imagens deste encontro:






quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

A Tragédia na Madeira e os Setimanistas 59-60


Nenhum "Setimanista" ficou indiferente às cenas (para os que vivem na Madeira), ou às imagens (para os restantes), da tragédia que se abateu sobre a nossa terra.
Nenhum "Setimanista" ficou indiferente ao modo digno e exemplar como os nossos conterrâneos responderam (continuam a responder) à desgraça que lhes bateu à porta.
Nenhum "Setimanista" pode ficar indiferente ou mesmo orgulhoso, pela forma como o "Setimanista" Alberto João, tem vindo a liderar as operações de reposição da normalidade.

As contas não são minhas, mas não resisto em divulgar para que tenhamos uma noção da "força" que a Madeira e os seus residentes tiveram de enfrentar:


· São 176 litros de água por metro quadrado; ou seja 176 Kg por metro quadrado colocados a uma altitude média de mil metros (o ponto mais alto são cerca de dois mil);

· Ou seja, 176 x 9.8 x 1000 Joule = 1724.8 x1000 = 1,7248x106 Joule

· Ou seja 1,72 Megajoule e isso é a energia que foi entregue no nível do Mar em digamos seis horas;

· Ou seja 2.16x105 segundos o que dá em fluxo de potência 8 watts por metro quadrado;

· Ou seja, por cada quilómetro quadrado (106 metro quadrado) a mil metros de altitude a chuva gerou 8 Megawatts;

· Ou seja, por cada mil metros quadrados situados a mil metros o que caiu foi o equivalente, ao nível do Mar, a 8 GigaWatt (oito centrais nucleares das muito grandes);

Como o Alberto João disse e bem, não podemos andar à "porrada" com a natureza.

Quando criei este blogue, afirmei que pertencíamos a uma geração em que as palavras amizade, companheirismo e solidariedade nos eram familiares.
Vamos, seguindo o exemplo do Alberto João que o tem provado no terreno, à nossa maneira e dentro das nossas possibilidades, materializar a nossa solidariedade para com o povo madeirense, vítima desta tragédia.

Uma das possibilidades será através de dinheiro.

Aqui fica o NIB e o apelo para que contribuam:

NIB 0007 000000 8342829362 3